Ausência.

Vem cá, meu bem
– Parece que a gente não tá tão bem assim. Talvez o amor não exista mais para mim…
– Talvez eu nem saiba porquê.
– Eu sei que todo esse tempo que eu passei eu mudei pra ti, das roupas ao lugares que eu costumava ir e olha o que sobrou pra mim: A luz da televisão, o frio intenso em cima do colchão, as cartas espalhadas pelo chão. Prefiro a tua ausência à sua rejeição. Eu bem que tentei reencontrar em ti aquele alguém por quem me apaixonei, mas sabe, é difícil aceitar a solidão. Talvez vez você não saiba porque sempre que precisou eu estive ao seu lado, eu nunca fingi ser só mais um ‘apaixonado’, e, se um dia eu pedi demais, foi o teu abraço que eu pedi demais, aquele sorriso que me trazia paz. Todas aquelas coisas que eu sempre amei, a velha pessoa por quem eu me apaixonei, foi embora! […] Na luz da televisão, no frio intenso em cima do colchão, nas cartas espalhadas pelo chão… É que eu me sustento agora.

5 opiniões sobre “Ausência.”

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