Dilúculo

Congelo a cena. Nada muda, não agora. É a mesma falta, a mesma dor, o mesmo penar. A falta que eu sinto esses dias me corrói como ferrugem ao ferro. Como um ácido contra a pele, que penetra, e quanto mais demora mais fundo vai.

As coisas boas, as nem tão boas assim, mas só de ser ao teu lado, de estar lá, poder te ver sorrir um pouco mais, me faz bem. É, isso me faz bem, amor. Parar em frente a TV, parecer assistir e estar pensando em ti. No que fazes nestes dias que não a vejo, neste exato momento em que eu estou a pensar em você. Será que você sorri agora? Meu bem, não se afaste assim, não de mim. Traz de volta as cores de meu dia. Traz teu brilho e alegria. Clareia minha vida, amor.

Eu sinto sua falta, amor…

Um pensamento em “Dilúculo”

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