Homeostase

Faz falta. Faz tempo demais. Ou talvez não. É porque na velocidade que passam as coisas, a gente mal percebe; e quando percebe, nem nos convencemos que uma parte tão pequena do tempo pareceu passar num tempo bem maior. Maior? Do que o quê? Tempo não tem tamanho, assim como o sentimento que não tem forma, e, as vezes, nem sentido. É não-vetorial. Tempo se mede vivendo um sentimento, e não se vive um sentimento medindo tempo. Sentimentos são atemporais, ou não, pode não ser, vai depender se tem sentido, motivo e intensidade. Isso sim, é quase vetorial. Mas é mais que isso, pode ser amor. E é. Mas amor é aquela canção que fica escondida dentro da última gaveta, ou no fundo de um coração qualquer, assim, única, como o coração daquele que se permite amar, daquela mesma forma, singularmente sutil.

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2 opiniões sobre “Homeostase”

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