Ao tempo.

O tempo, senhor de história fascinantes. Oleiro de destinos, semeador de sonhos. Tempo, meu velho amigo, trouxe-me bons risos, choros de alegria e dor. Te dei meus dias, abri mão das coisas que você não permitia, e foi assim que se mostrasse mais presente. Tempo meu, ao te ver passar me sinto mais seu do que você meu. Me sinto tão menor ao ver os atos teus. Me sinto incapaz ao ver do que tu és capaz. Como de um desejo, de ti eu corro atrás, mas que pena que faz ver que quase sempre me deixas para trás. De ti sou escravo, pensante, errante. Sujeito a todo capricho seu, eu sou só mais um inimigo que casado de lutar contigo, me tornarei então o teu mais fiél amigo. Então não me traia a confiança de me fazer esquecer do tempo em que eu era criança e não tinha medo de você.
Ao tempo.

Um pensamento em “Ao tempo.”

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