Das cinzas.

No choro da criança
A esperança que nasce
A cada novo sorriso
Cai um novo disfarce

 Vou aproveitar cada dia
Aprender a levantar
Reconstruir um império
Com os próprios passos andar

 
Não há angústia que vingue
Ao sentir seu abraço
Desvanece a ciência
Destrói o tempo e o espaço
 
E quando achar que estou fraco
E forem escuros meus dias
Vai estender o teus braços
Vai me erguer das cinzas 
 
Vou renascer das cinzas
 
Aquela velha alegria
Que escorre entre as mãos
Você me trouxe muito mais que a vida
Tesouro que os dias não levarão

Não há angústia que vingue
Ao sentir seu abraço
Desvanece a ciência
Destrói o tempo e o espaço
 
E quando achar que estou fraco
E forem escuros meus dias
Vai estender o teus braços
Vai me erguer das cinzas 
 
Vou renascer das cinzas

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