oclusão.

Esses dias tenho guardado mais os pensamentos gritantes. Não é fácil continuar a caminhar sobre ovos. Com o futuro não se brinca, não se projeta, mas também não só se espera. Fica difícil definir se estamos indo de encontro ao destino de nossas vidas ou se ele está vindo ao nosso encontro. Sempre tive medo do que desconheço, mas nem por isso esperei. Quem determina o fim das coisas? Quem estabelece o quão longe devemos/conseguimos ir? Uma trajetória perfeita não faz uma boa viagem. Viver certinho, sobre a linha, não é garantia de satisfação no fim. O produto top de linha não é o melhor investimento se utilizado para os fins errados. Eu estou investindo para meu futuro, mas será que invisto nas coisas certas?

Cada dia fica mais claro que a vida é única, e a pressão para que acertemos de primeira é forte. Não há motivo para o medo, mas admito que ele está sempre aqui.

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